quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Coletiva do filme 360 de Fernando Meirelles



  O filme 360 do diretor brasileiro Fernando Meirelles (Ensaio Sobre a Cegueira) estreou na última sexta feira (dia 17/08) nos cinemas aqui no Brasil. Porém sua estreia mundial aconteceu no festival de Cannes e na semana passada a distribuidora Paris Filmes promoveu uma coletiva de imprensa na qual estiveram o diretor e a atriz Maria Flor (O Bem Amado) que está no elenco do filme e o CA esteve lá pra trazer tudo pra vcs. Também esteve presente Kiko Meirelles, filho de Fernando que apresentou antes da coletiva dois curta metragens que dirigiu durante as filmagens de 360. Ahh e no final do post tem dica de uma promoção bacanuda, não deixem de conferir!
  
  Além de Maria Flor e do também brasileiro Juliano Cazarré (Assalto ao Banco Central), 360 conta com um elenco de estrelas internacionais de peso como Jude Law (Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras), Rachel Weisz (A Casa dos Sonhos), Anthony Hopkins (Thor), Ben Foster (Assassino à Preço Fixo), as checas Lucia Siposová e Gabriela Marcinkova, e o francês Jamel Debbouze (O Fabuloso Destino de Amélie Poulain). Com tantos personagens não é simples trabalhar a fundo todos eles. Meirelles ressalta que se fosse começar o filme de novo tentaria tirar um ou dois personagens da história – O problema de muitos personagens é que a gente tem pouco tempo pra desenvolver e tem algumas histórias que dariam pra fazer um longa inteiro como, por exemplo, o da Flor e do Ben Foster – E acrescentou – Mas no final, o filme ficou muito parecido com o que estava escrito no roteiro, a única história que sumiu um pouco é a da psicóloga do Foster na cadeia. A Marianne Jean-Baptiste (Jogo de Espiões) é uma atriz incrível e o personagem dela era um pouco maior, mas infelizmente, pela falta de tempo, tivemos que enxugar um pouco.
  
  O Roteiro foi escrito por Peter Morgan (Além da Vida) e foi baseado, a princípio na peça La Ronde de Arthur Schnitzler, mas segundo Fernando “A peça foi só o gatilho inicial pro projeto, pois são muito diferentes. Na verdade o roteiro tem muito a ver com a vida do Peter Morgan, pois ele está sempre viajando e ficando em lugares diferente e isso dá a ele a sensação que o mundo é muito pequeno. E como fez 100 anos da morte do Schnitzler, deram a ideia dele adaptar alguma peça e ele juntou uma coisa com a outra.”
  
  Morgan esteve presente de forma bastante ativa nas filmagens e no processo de montagem do filme. Com relação a isso Meirelles deixa claro que não foi um incomodo de forma alguma – Como esse era um projeto muito dele, o Peter não foi contrato para escrever essa história, ele fez porque essa talvez tenha sido a história mais pessoal que ele já escreveu na vida.  Quando encontrei com ele de cara percebi a paixão pelo texto – ressalta o diretor que segundo ele chegou a sugerir aos produtores de ser um filme assinado “by Peter e Fernando”, mas a ideia foi deixada de lado por não acharem muito usual. 
  
  A parceria entre os dois parece ter funcionado, já que Morgan acabou de escrever o roteiro do filme Rush, sobre a vida do piloto de Fórmula 1, Niki Lauda. Fernando revelou que Peter gostaria muito que o brasileiro ficasse à cargo da direção. Como não foi possível, o projeto - que está em fase de pós-produção - ficou com o diretor Ron Howard (Anjos e Demônios).
  
  As filmagens de 360 ocorreram durante a Primavera de 2011 em locações em Londres, Paris e Viena, custou 15 milhões de dólares para ser realizado e apesar de não ter capital brasileiro no projeto o diretor afirma que parte dos fundos foram gastos no nosso país: “Fora o nosso cachê que era um absurdo de caro (risos), brincadeira. Fora a equipe brasileira que participou do filme, a finalização e pós-produção foi feita aqui no Brasil na O2 Filmes em São Paulo”.
  
  Apesar da grandiosidade do projeto, as primeiras críticas ao filme - principalmente nos Estados Unidos - não foram muito positivas. O Jornal americano “The Garden” foi o primeiro a fazer vários comentários negativos, mas que segundo Meirelles foram mais direcionados ao roteirista do que ao filme em si e ainda completou que as críticas foram um pouco precipitadas: “O filme estreou nos Estados Unidos em uma sexta feira de final de Olimpíadas, ficou em cartaz sexta e sábado, no domingo já tinha comentários dizendo que o filme fracassou nas bilheterias americanas. É necessária uma avaliação de pelo menos três finais de semana para saber como está realmente o resultado nas bilheterias” – O diretor completou dizendo que no Brasil a expectativa é de fazer 300.000 expectadores.
  
  Quando perguntado se esses comentários negativos o influenciam de alguma forma, respondeu de forma pontual: “Eu não leio crítica. Para me proteger mesmo, porque elas me afetam, tanto quando são boas, como quando são ruins. Então resolvi já há uns 5 ou 6 anos que não leio nem crítica nem nada, tem meu nome eu não leio”. E quando lembrado que Cidade de Deus na época do lançamento teve nas críticas do jornal “O Globo” um bonequinho aplaudindo e outro saindo do cinema, brincou: “Pra você vê, essa é a história da minha vida, eu acho que eu nunca fiz um filme que eu não tenha sido fortemente espancado de alguma forma. Deve ser alguma sina”. – Apesar disso comenta que o filme teve também boas críticas e que tem boas expectativas para o futuro do longa.
  
  
  Como um dos pontos principais que todos, com certeza, ficaram curiosos para saber era como foi trabalhar com tantas estrelas do cinema no mesmo filme, resolvemos falar aqui para vcs leitores, um pouco do que Fernando Meirelles destacou de cada um dos astros na coletiva:
  
  Rachel Weisz – “A Rachel na verdade chegou a dizer que não poderia participar do filme porque ela estava separando do marido e, com tudo que estava acontecendo, a vida pessoal dela estava muito confusa e não era a hora de sair de Nova York. Mas eu fiz uma bela chantagem emocional com ela, já que eram só 5 dias de filmagem e ela acabou topando.”
  
“Meu grande interesse na Rachel é que ela é uma atriz muito crítica e muito inteligente e eu precisava de uma pessoa assim, com uma boa capacidade de improvisação para a cena dela com o Juliano Cazarré e achei que ela seria ótima pra isso...e realmente foi. Além disso, ela é uma mulher um pouco tumultuada, um pouco insegura e isso faz com que ela esteja sempre buscando mais, fazendo o melhor de si. É muito exigente com ela mesma”.
  
  Jude Law – “O Jude é um verdadeiro lorde inglês, absolutamente seguro, educadíssimo, sabe o que quer, o que precisa fazer, vai lá e faz. Fiquei muito impressionado quando fui encontrá-lo para falar do personagem e para prova de figurino e o que me chamou atenção foi o cuidado dele para escolher um dos cinco relógios que a figurinista colocou na frente dele para decidir qual combinava mais com o personagem. Ele experimentou um por um, se olhando no espelho e avaliando, sendo que relógio não aparece no filme e ele sabia que não ia aparecer porque ele está o tempo todo de terno (risos), mas tem aquela coisa de querer sentir o personagem e construí-lo nos mínimos detalhes.”
  
“E adora baladas, mas não deu trabalho, porque ia dormir às 6 da manhã, mas às 7h já tava inteiro de novo. Tivemos até que dar uma detonada nele na maquiagem, porque o personagem tem umas entradas no cabelo e umas rugas, aquilo é látex, ele está realmente muito bem, a gente é que estragou ele um pouquinho”.
  
  Maria Flor e Juliano Cazarré – “Eu já tinha trabalho com os dois em Som e Fúria e quando eu li os personagens e tinha um fotógrafo brasileiro e uma garota brasileira, eles dois foram os primeiros que eu pensei mesmo, pois já tinha gostado do trabalho dos dois no anteriormente e minha relação com ambos é muito boa. Minha única dúvida era quanto ao inglês, então pedi pra ambos mandarem o texto falado em inglês para checar a clareza das no idioma. Como os dois falam melhor que eu, não houve nenhum problema”.
  
  Jamel Debbouze – “O francês foi o primeiro ator que eu escolhi no filme, há anos que eu penso em trabalhar com ele, chegamos a mudar as datas do filme para poder acomodar à agenda dele.
  
  Anthony Hopkins – “Quando resolvemos convidá-lo, jamais acreditei que ele iria topar, mas como ele considerou o personagem muito parecido com a vida pessoal dele, acho que topou por essa razão. Logo quando fomos fazer a prova de figurinos ele falou que não queria usar nada daquilo e que, se eu permitisse, não queria nem interpretar, nem inventar nada, queria fazer ele, pois o personagem tinha muito dele mesmo. E é claro que eu achei ótimo. A cena que se passa no AA, 80% é história pessoal dele.”
  
“Trabalhar com ele é uma maravilha, fora ser o grande ator que sabemos que ele é, está sempre de bem com a vida  e é ótimo trabalhar com uma pessoa tão pra cima. Outro detalhe, ele fez a música do personagem dele. Estávamos no set esperando para filmar e ele falou que tocava piano e que é concertista, compõe pra orquestras e já dirigiu algumas também. Achei interessante e pedi pra ouvir alguma coisa dele. Gostei muito do que ele trouxe e sugeri que fizesse a música do personagem e ele pediu à produção que alugasse um estudiozinho pra ele com violão, compôs ele mesmo, toucou e trouxe pra mim no dia seguinte e me deu de presente, nem quis falar sobre direitos nem nada. É a música que toca quando ele se despede da Flor no aeroporto.
  
Comentado por Maria Flor que no elenco foi quem mais trabalhou com Hopkins: “Trabalhar com ele foi um privilégio, ele chegou na leitura contando da vida dele, falando da relação que tem com a música... E ele pinta, fez até um desenho pra mim. No início estava apreensiva de contracenar com ele, mas ele quebrou totalmente com a ideia do mito e é um ator gigante. Aprendi muito, ele é muito simples e muito intenso ao mesmo tempo. É muito bonito trabalhar com ele.”

  
“E por ser mais velho, e talvez pela escola também, ele faz tudo muito técnico, muito marcado e muitas vezes parece que ele está atuando mais para a câmera do que com quem contracena com ele e isso às vezes dificulta de entrar no clima. Acho que só conseguimos estabelecer essa relação mesmo na cena do aeroporto. Ali vi que ele se entregou e se deixou levar pelo momento”.
  
  Ben Foster – “Tinha assistido ele em dois filmes e acho que daqui a uns três anos ele vai estar no top 5 entre atores internacionais. Eu quis conferir e fiquei realmente muito impressionado com ele”.
  
  Maria Flor falou um pouco também sobre Foster não querer ensaiar as cenas: “O Fernando propôs um encontro com os outros atores como eu não os conhecia para fazer uma leitura do texto, uma coisa bem simples e o Ben Foster não quis me encontrar porque ele achava que como nossas personagens não se conheciam, nós podíamos aproveitar isso pra cena e só nos encontrarmos em cena. Ele é um ator “method”, fica no personagem o tempo inteiro, é muito intenso e no começo fiquei um pouco surpresa de ele não querer nem ler o texto, mas depois embarquei na onda dele e achei que foi uma ótima proposta. A cena tem uma eletricidade do momento e como a gente só se falou no set e no ação, já no personagem, acho que a cena captou isso”.
  
  
  Para finalizar algumas perguntas respondidas pelo diretor:
  
  De onde surgiu o interesse de trabalhar com o filme? 
  Primeiro porque eu recebi o roteiro e vi o nome do Peter Morgan. Ele é um cara que é muito bom de diálogo e de construir situações e me interessava ter uma relação próxima com ele e realmente tivemos essa proximidade durante todo o processo.
  
  Outra coisa que gostei no projeto, e que eu sabia que era arriscado, é que ele não é um filme  com uma história clássica em 3 atos que você segue o personagem, é uma estrutura completamente diferente. Eu nunca tinha feito um filme desses com muitos personagens - filme coral, como chamam – e isso me atraiu. Achei interessante um filme que não tem protagonista, nem antagonista, acho que o antagonismo está dentro de cada um dos personagens, o que faz com que o filme seja mais maduro, já que trabalha um conflito interno sobre como devemos levar a vida.
  
  Você comentou que gostou de fazer esse filme porque é mais simples e menos ambicioso. Um filme com 9 história, passado em 4 países, falado em 6 línguas, como seria mais simples? 
  Na verdade talvez eu tenha me expressado mal, o que eu quis dizer é que esse é um filme mais íntimo. Porque os outros filmes que eu fiz estavam sempre falando de alguma coisa polêmica por trás, o tráfico no Rio, a industria farmacêutica no mundo ou o colapso da civilização e os personagens, no meio desses grandes temas, acabam sendo uma desculpa para falarmos sobre o que está atrás deles. E nesse é mais direto e sobre emoção. É um assunto delicado de decisões de cada um.
  
  E se tratando de produção também foi muito tranquila, apesar da quantidade de pessoas e lugares diferentes, tínhamos uma agenda bem calma. E nas gravações, só duas cenas foram um pouco mais complicadas de gravar. A do aeroporto que na verdade era o hipódromo de Ascot em Londres e nós transformamos em aeroporto e a mesquita onde o personagem francês aparece rezando, que não nos deixaram gravar na mesquita de Paris e nós alugamos a bolsa de valores de lá e transformamos em uma mesquita, mas fora isso foi tudo muito simples de produzir.
  
  De alguma maneira a situação econômica da Europa está presente no filme? 
  Essa coisa da crise econômica não nos ocorreu, eu vi o Peter falando em uma entrevista dizendo que quando ele pensou em fazer um filme sobre como o mundo está conectado, a ideia dele era justamente falar sobre a crise mundial e como decisões em um lugar do mundo afetam a vida de pessoas em outros lugares, mas depois de pensar acabou decidindo falar dessa conexão a partir de impulsões e desejos.
  
  Como foi abrir o Festival de Gramado? 
  Foi bacana e um pouco estranho também. Era esperado que o clima estivesse frio e a platéia quente, e tava meio ao contrário. Assisti o 360 em outros lugares e a platéia reage com o filme, dão algumas risadas e em Gramado não. Não sei se tiveram muito convites para pessoas que não foram, foi tudo um pouco frio, meio sem reação. E não apenas com o nosso filme, tiveram outros que eu gostei muito e praticamente ninguém reagiu.
  
  Fala um pouco sobre como foi o processo de divulgação que usou o sistema de Pay Per View nos Estados Unidos antes mesmo da estreia.
  Nos Estados Unidos a distribuidora foi a Magnólia e eles estão procurando novos meios de distribuir os filmes através da internet. Desde o ano passado começaram a fazer o lançamento primeiro na televisão em PPV, só que por um preço Premium, então na verdade o 360 entrou nos Estados Unidos em junho por $18,00 pra assistir em casa. Pouca gente assisti, porque é um preço caro para ver em casa, mas o promo fica passando na TV o tempo inteiro e isso para a distribuidora é bom, gera um boca a boca. Quando o filme estreia no cinema o preço no PPV passa para $9,00 pra ver em casa, enquanto no cinema você paga $12,00. E quando sair de cartaz do cinema cai para $4,00 e vira um “video on demand” normal.
  
  Acho que isso é uma ótima saída para o cinema brasileiro, porque alguns filmes nacionais ficam pouco tempo em cartaz, então a possibilidade de fazer um pacote de filmes brasileiros e ficar disponível na televisão por 2 anos acho que pode ser muito positivo.
  
  Como foi gravar em muitas línguas e como aconteceu essa comunicação? 
  Com inglês, francês e português fala-se com todo mundo, só o ator Russo que tinha um inglês muito pobre e dificultava a comunicação. Depois do segundo dias de filmagens tivemos que arrumar uma interprete pra poder acertar com ele, mas com os outros falava sempre o francês e o inglês. Tem também algumas partes do texto com um pouco de árabe e alemão, mas dá pra entender, primeiro porque eu sabia o que eles estavam falando e segundo porque interpretação não é sobre o sentido das palavras, é mais pelo jeito como os atores se colocam. Eu me sentiria à vontade depois desse filme de gravar, por exemplo, um filme todo em chinês.
  
  A montagem que foi muito difícil o Daniel teve que chamar alguém que falasse as línguas mais diferentes, principalmente o árabe, o alemão e o eslovaco, para não cortar falas no meio, fazer a concordância correta e coisas desse tipo.
  
  Você comentou que esse talvez tenha sido um filme mais intimista que seus anteriores, você acha que isso influenciou nos comentários negativos de alguma forma, talvez estivessem esperando algo mais? 
  Eu acho que sempre tem uma expectativa de que eu vou fazer um filme sobre um assunto controverso, mas esse filme teve boas críticas também, me mandaram uma ontem - que eu também não li (risos) – mas que diziam que eu deveria ler para ficar feliz. Eu quero acreditar que tem pessoas que gostam. Na verdade a gente percebe quando tem pessoas que te cumprimentam porque são seus amigo e os que realmente gostaram do filme e dá pra perceber que tem pessoas que realmente embarcam na história.
  
  Vc já recebeu propostas para fazer um blockbuster e vc não aceitou, você faria um? 
  Até hoje eu ainda não topei... Não dá pra dizer que não, mas os que me propuseram eu não topei e não estou atrás de um. A não ser que apareça alguma coisa que tenha uma história muito arrebatadora, mas eu não tenho vontade de trabalhar dentro de estúdio. É uma relação muito dura, com muita interferência, então eu prefiro produção independente, onde a equipe inteira são seus parceiros e a produtora também é uma parceira e não patrão.
  
  Tem algum projeto novo em vista depois desse? 
  Eu to começando a preparar um filme chamado Nemesis sobre a vida do Onassis (Aristóteles Onassis) que deve ser rodado em novembro e o elenco deve ser anunciado em Toronto agora em setembro. O roteiro é do Bráulio Mantovani que escreveu Cidade de Deus e Tropa de Elite, será filmado em Budapeste, na Croácia e na Inglaterra. É uma produção inglesa da Pâté Productions e é isso que eu posso falar.
  
  Abaixo algumas fotos da coletiva (Para ver todas acesse nossa galeria):
  

 
  
  Espero que tenham gostado da nossa cobertura, comentem aí porque queremos saber sua opinião. E pra quem ficou com vontade de assistir 360, o blog Os Profanos está com uma promoção até amanhã quee vai levar 20 pessoas para assistir o filme na faixa, com tudo pago!!! Quer concorrer?!? Acesse o post da promoção e retweet a frase!!! \o/ Depois os ganhadores contem pra gente o que acharam do filme! =)
  
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