quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Festival do Rio -- Sessões de Gala da Première Brasil



  Como quem acompanha o blog já deve saber (porque eu falei nessa postagem aqui ó), o Festival do Rio de cinema está rolando até o dia 11 de outubro e é claro que o CA está fazendo o máximo de cobertura (que nosso tempo permite) do evento pra trazer as novidade pra vcs. E para começar nossa cobertura, estivemos esse fim de semana em dois eventos da Premiere Brasil, que exibiram um longa e um curta metragem cada um, que estão na mostra competitiva do festival, em uma sessão de gala com a presença dos elencos, diretores, amigos e convidados.
  
  Na primeira sessão, assistimos ao curta Uma Vida Inteira, dos diretores Bel Ribeiro e Ricardo Santini, dupla responsável por curtas premiados com Contra Tempo e Pequena Pausa, que conta como um relacionamento pode durar um dia, ou uma vida, tudo depende das escolhas que fazemos. No elenco Alice Braga (Na Estrada) e Bruno Autran, vivem um casal que passa por essa situação. 
  
Diretores e elenco do filme
   
  Na sequência, pudemos acompanhar o longa Meu Pé de Laranja Lima dirigido por Marcos Bernstein (O Outro Lado da Rua), com roteiro dele mesmo em parceria com Melanie Dimantas (Nome Próprio) e que reconta uma das história mais clássicas dos livros infantis, do escritor José Mauro de Vasconcellos, em uma visão moderna com todo toque de nostalgia e beleza poética que o história precisa. Nas atuações, Caco Ciocler (2 Coelhos), José de Abreu (E Aí... Comeu?), Eduardo Dascar (Assalto ao Banco Central), entre outros. Além dos jovens atores liderados pela estrela do filme, João Guilherme Ávila.
  
Diretores e Elenco no Palco do Cine Odeon
  
  Na segunda noite, passaram pela tela, o curta Enterro a Cigana escrito e dirigido por Fernando Honesko (Barbeiros), com uma confusa e divertida história, sobre um pouco dos costumes desse povo itinerante, suas dificuldades e a fé que possuem no valor de suas crenças.
  
O Diretor Fernando Honesko Fala sobre o curta
  
  O Longa foi Primeiro Dia de um Ano Qualquer, de Domingos de Oliveira. Com um elenco que conta com Maite Proença (Elvis e Madona), Priscilla Rozenbaum (Todo Mundo Tem Problemas Sexuais), Ricardo Kosovski (Zuzu Angel), Alexandre Nero (A Novela das 8), Guilherme Fiúza (Autor de Meu Nome Não é Johnny), Orã Figueiredo (Heleno), Tammy Di Calafiori (Meu Nome Não É Johnny) e Ney Matogrosso (Diário de Um Novo Mundo), entre outros, inclusive o próprio Domingos. Nele vimos uma divertida, simples e inteligente história, sobre momentos que as pessoas passam juntas, em um lugar em que todas gostam de estar. Um filme praticamente feito entre amigos e para amigos, e que é no fundo uma homenagem ao local de forma descontraída, mas com um texto sensacional, bem ao estilo Wood Allen de cinema.


Equipe do filme (à esquerda), Maitê Proença e Domingos de Oliveira (à direita).
  

  Como toda noite de gala do cinema, muitas pessoas estiveram por lá para prestigiar, entre famosos e desconhecidos; amigos, parentes e convidados passaram pelo tapete vermelho do Cinema Odeon, um dos cinemas mais conhecidos do país e sem dúvida o mais nobre e clássico palco da 7ª arte da cidade.
  

  
  Mais algumas fotos do evento (para ver todas acesse nossa galeria):



  
  O festival está só começando e ainda vamos ter mais sobre o evento até seu desfecho daqui a pouco mais de uma semana. Em breve, teremos também a crítica dos dois longas que foram comentados, então para continuar acompanhando novidades sobre o festival e sobre os filmes que vão estar em vários pontos da cidade pelos próximos dias, continuem ligados na gente, seguindo o @CinefilaArte no twitter e curta a nossa Fanpage.
  

Um comentário:

  1. É pós muito legal. É uma história curiosa, considerando os tempos, este estreante fita de Marcelo Laffitte poderia ser enquadrada mais como uma comédia romântica do que drama. Fiquei surpreso ao ver no elenco Simone Spoladore que está estrelando uma série altamente controversa chamada Magnífica 70, finalmente, voltar para o elenco deve dizer foram chave para o sucesso deste filme. Elvis & Madona é uma grata surpresa e faz jus aos prêmios que tem recebido. Conta uma boa história de amor possível (com seus percalços) e é ousado, abusado e angraçado. Não subestima a inteligência do espectador e muito menos provoca qualquer constrangimento sexo-sócio-cultural.

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